
Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:10 hs. 23/07/2010 - O diploma de graduação dos tecnólogos tem validade para participação de candidatos em concursos públicos de nível superior, em cursos de especialização e de pós-graduação. A garantia é da área de regulação da educação profissional do Ministério da Educação, diante da dúvida, comum entre os graduandos, quanto à validade do documento. Muitos estudantes optam inicialmente por essa modalidade de ensino em razão da rapidez de ingresso na vida profissional. Voltados para a formação especializada e, consequentemente, para o mercado de trabalho, os cursos superiores de tecnologia representam 16% da oferta de graduação no país. Assim como os egressos de cursos de bacharelado e licenciatura, os tecnólogos recebem diploma de graduação e têm o mesmo direito de fazer cursos de especialização, de mestrado ou de doutorado e participar de concursos públicos. Podem também ingressar em curso de mestrado profissional. ![]() “Não há restrição legal quanto ao tecnólogo fazer pós-graduação”, ressalta o coordenador de regulação da educação profissional e tecnológica do MEC, Marcelo Feres. “É preciso ter em mente também que o egresso pode dar continuidade aos estudos, independentemente de títulos acadêmicos.” Os cursos tecnológicos existem no Brasil desde a década de 60 do século passado. Nos últimos anos, a procura aumentou. O número de alunos matriculados cresceu, entre 2002 e 2008, de 81,3 mil para 421 mil, segundo dados do censo da educação superior. Entre os cursos mais procurados estão os de gastronomia, automação industrial, análise e desenvolvimento de sistemas, radiologia e gestão de recursos humanos. Todos com salários iniciais em torno de R$ 2 mil. Assessoria de Imprensa da Setec |
Fonte: MEC |
No dia 9 de Novembro o jornal Debate publicou esta matéria
que acho ser do interesse de todos. Dai que decidi coloca-la aqui no Blog.
Resumo dela.
Uma parceria firmada entre a Unilins, o governo de Angola e algumas empresas, tem
trazido jovens do país africano paraestudar em Lins. Actualmente, são 119 universitários
vinculados à Unilins. Mas o projecto conjunto é bem mais ambicioso.
Sexta-feira, na visita do ministro das Obras Públicas, Higino Carneiro, foram anunciados
mais dois projectos.
O Director do CETEC, Enaldo Montanha, disse que recentemente foram realizados trabalhos de
mapeamento geográfico de cinco cidades onde estão sendo desenvolvidos esses projectos.
Um deles consiste na montagem de um centro de capacitação formação de mão-de-obra básica - electricista, pintor, motorista de caminhão e de retroescavadeira e mecânico - com estrutura para preparar mil profissionais por ano.
Durante a visita, o Ministro, que também é presidente do Libolo, disse que já está
firmada uma parceria com o Linense visando a transferência de jogadores para o futebol
europeu.
Fonte: Jornal Debate
O site dos Mangueirosos está em fase de acabamento, está a ser criado pelo nosso colega Osvaldo Mwanalezi(Administrador) e está em fase de teste. Para ver o site e principalmente o seu designer Mangueiroso clique aqui.
Os alunos angolanos da Unilins, por iniciativa própria, propuseram à Pró-Reitoria de Extensão e Ação Comunitária da Instituição, a assinatura de um convênio com a creche São Benedito de Lins, oportunidade em que eles, como voluntários, se ofereceram para ministrar aulas de Inglês e Informática para crianças e jovens. A assinatura do convênio se concretizou no dia 19 de março, segunda-feira.
Os alunos darão aulas de Informática e de Inglês numa primeira fase. “Eles estão de parabéns pois se interessaram em contribuir com a população mais carente de nossa cidade”, afirma o Professor Pastorello, pró reitor da universidade.
Os angolanos afirmaram que estão muito satisfeitos em participar dessa iniciativa. “Faremos o possível para transmitir o conhecimento da melhor maneira possível”, afirmam.
O projecto teve inicio no dia 21 de março, as crianças tiveram as primeiras aulas de Informática, ministrada pelos alunos angolanos. A Unilins está fornecendo a estrutura tecnológica para a realização das aulas. A sala 06 do CDI foi utilizada para o primeiro dia do projeto. As crianças já tiveram o primeiro contato com os micro-computadores.
Seguem-se algumas fotos do primeiro dia de aulas ...
Tentei obter os detalhes sobre a viagem que os colegas fizeram até usina, mas como não conseguí nada apartir deles, decidí criar um album de fotos, pois se postasse as fotos não teria como comenta-las.
Usina uma central hidro-elétrica, recebeu na passada quarta feira a visita de estudantes de engenharia da universidade Unilins, dentre os quais os nossos colegas, a representarem os Mangueirosos. Pelo o que os colegas disseram, a visita foi muito proveitosa. Mais detalhes sobre esta viajem, serão postados ainda esta semana, com fotos e comentários dos nossos colegas...
Só hoje conseguí a materia referente as palestras do dia da paz.
Mas como mais vale tarde do que nunca, aqui vai...
Como não poderia deixar de ser,
Para ver as fotos clique aqui.
Mais universidades para a banda...
Um pedacinho da Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina (Unesc) prepara-se para funcionar no continente africano daqui um mês. Com um sotaque português diferente do que estamos acostumados a escutar em terras verde-amarelas, a semente plantada em Angola no ano passado já começa a germinar. Oito cursos, com data para iniciar em 9 de abril, serão oferecidos na capital Luanda, o que marca a primeira experiência da universidade frente à assistência internacional.
Quatrocentas e oitenta vagas estão distribuídas em dois cursos na área de Ciências Sociais Aplicadas (Gestão e Economia) e em outros seis na área de Engenharias (de Computação, Civil, Elétrica, Mecânica, de Produção e Química) fazem parte das opções a serem selecionadas.
O primeiro vestibular ocorre nos próximos dias 17 e 18 deste mês e a inauguração da Universidade de Tecnologia e Ciências (Utec) está marcada para o dia 2 de abril. Segundo Márcio Fiori, diretor da Unidade Acadêmica das Ciências, Engenharias e Tecnologia, a escolha por esses cursos partiu exclusivamente dos estrangeiros.
Primeira etapa já concluída
Maria Julita Volpato Gomes, pró-reitora administrativa e presidente da comissão do projeto de cooperação com Angola, conta que a primeira fase dos trabalhos no exterior (reformas nas salas, aquisição de equipamentos e montagem de laboratórios) já foi concluída e que agora a segunda das três partes vem sendo efetuada. Com a construção dos projetos finalizada, agora a equipe designada para a assistência implanta processo seletivo e matrículas, por exemplo.
Assessoria técnica por mais dois anos
A terceira etapa só começa a ter vida depois do início das aulas. É o compromisso da Unesc em assessorar tecnicamente a Utec por, pelo menos, dois anos. "A experiência inédita trará benefícios para todas as partes, além de criação de uma nova fonte de captação de recursos, oportunidades de intercâmbio e resgate cultural", ressalta.
Professores vão ser selecionados em Portugal, Brasil e Angola
A nova instituição conta com 25 professores. Estes, selecionados em todo Brasil, Portugal e Angola. Neide Inês Ghellere De Luca, pró-reitora de Ensino de Graduação, destaca que a Utec funcionará no melhor bairro projetado de Luanda, única cidade do país a comportar as pouquíssimas universidades existentes. "Lá, só existem cinco instituições, sendo que quatro são particulares. Arrasada pela guerra civil, Angola é um país jovem que tem deficiências em quase todas as áreas. Mas, esforça-se para levantar", diz.
Fernanda Queiroz, coordenadora do curso de Economia, destaca que um terço da população vive na capital Luanda, o que equivale a cerca de 4 milhões de pessoas. Apesar de ser um país rico (com petróleo e diamantes), possui grande parte da população com empregos informais. Mesmo assim, é o país que mais cresce no mundo. Registra, ao ano, um crescimento de 26%.
Contato se estreitou desde 2005
O contato da Unesc com Angola se estreitou em 2005, depois que uma professora da instituição indicou a universidade como referência no sul do País. Assim, já no primeiro semestre de 2006, os primeiros estudantes do país africano desembarcaram por aqui.
Esse foi o estopim para que surgisse o elo entre o país estrangeiro e Criciúma. Hoje, pelos corredores da Unesc e recheando 11 dos 35 cursos oferecidos pela instituição, há cerca de 60 acadêmicos estrangeiros, dentre os quais os nossos colegas. Sem contar com a presença de outros três jovens cabo-verdianos que escolheram também a Unesc para estudar nesse ano.
A experiência aqui é resultado de um convênio com a empresa petrolífera angolana Sonangol, que no Brasil tem como representante a empresa Sianorego. "A Sonangol trabalhava com a política de enviar os angolanos para estudar em outros países para se aperfeiçoarem. Mas, muitos não retornavam ao país de origem. Hoje, o trabalho de intercâmbio e a instalação da nova universidade são passos importantes para a própria reconstrução da história do país", relata Maria Julita.
A UTEC tem o intuito de garantir um ensino superior com qualidade a nível internacional, de forma a criar quadros competentes e capazes de contribuir para o crescimento e para o desenvolvimento de Angola.
Posto esta noticia, de formas a esclarecer as duvidas, com relação a suposta universidade da S. Trata-se sim da Utec, como foi referenciado neste artigo e de acordo com o Jornal de Angola numa das suas edições, a Sonangol patrocina a mesma.
Mais uma vez a fonte desta noticia, foi o Grupo Yahoo Mangueirosos, através do Celso, que vem sendo um grande parceiro para o nosso blog. Resta-me então agradece-lo pelas contribuições que tem vindo a dar, mesmo sem saber...
O CTGEO fechou contrato com Angola, no final do
ano passado, para um projeto de restituição de
cinco localidades: Baixa Luanda, Negage, Luena,
Malange e Wacucungo. O objetivo, segundo o
Engenheiro Rodrigo Brito, é executar um
mapeamento geral dessas localidades, que serão
utilizados pelo governo angolano para aplicar um
planejamento urbano.
Como novidade, o CTGEO traz para esse projeto a
tecnologia de restituição em 3D, que requer
imagens aéreas e software específico.
O trabalho está sendo feito em parceria com a
empresa angolana Cartáfrica, que atua na área de
geoprocessamento.
Os trabalhos já foram iniciados. “O plano é
renovar esse contrato para realizar esse
trabalho, também em outras localidades”, afirma o
Eng.º Rodrigo Brito.
Fonte: Serviço de informação da
Unilins.